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Aeroclube é pauta da Aleam, mais uma vez…

Mais um avião de pequeno porte caiu na terça-feira (22) em Manaus, exatamente três meses depois de um outro acidente com uma aeronave, próximo a Av. Torquato Tapajós. Da tribuna da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), o deputado estadual Luiz Castro (Rede) cobrou novamente do Governo do Estado uma solução para o Aeródromo de Manaus.

O parlamentar lembrou ter realizado uma Audiência Pública, no dia 7 de maio, que resultou em um documento assinado pelos Ministérios Públicos do Estado (MP-AM) e Federal (MPF) e a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Aleam (Caama). Nele, as instituições cobram do governador um estudo técnico para a mudança de local do Aeroclube.

“Tivemos o terceiro acidente, sem risco em áreas residenciais, mas pode acontecer a qualquer momento e é urgente que o governo promova um estudo técnico para a mudança de local da pista do aeródromo. A autoridade estadual tem o dever moral, ético e legal de começar a fazer um bom projeto, ouvir as autoridades aeronáuticas, considerar as questões ambientais e, evidentemente, escolher uma boa localização para uma futura pista”, ressaltou Luiz Castro.

O documento assinado pelas entidades será entregue ainda hoje tanto para a Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico (Seplancti) quanto para a Prefeitura de Manaus e cobra, também, o prolongamento do trabalho que acontece atualmente no bairro de Flores.

Em audiência pública sobre a mudança do aeroclube – que aconteceu na Aleam, no início do mês – Iranduba (a 38,6 km de Manaus) foi citado como local para a próxima sede do Aeródromo. Além de ponto estratégico, por estar próximo da sede de Manaus, o município está capacitado para a instalação, de acordo com Geraldo Luiz Picão, presidente da Amazonave.

“Pode-se levar a geração de emprego e renda para Iranduba, pela possibilidade de desenvolver as atividades em outro município. Em Manaus, pode-se usar o local para outros fins, Não só a questão da segurança, mas para o Amazonas, a mudança deve ter função estratégica”, afirmou.

 

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