Opinião | A morte de Zezinho Corrêa deixou cicatrizes em todos nós

Opinião | A morte de Zezinho Corrêa deixou cicatrizes em todos nós

Opinião | A morte de Zezinho Corrêa deixou cicatrizes em todos nós

Amazonas amplia números de leitos e avança na imunização com a vacina

Em 11 meses de pandemia, AM registra 9003 óbitos por coronavírus

A morte do cantor Zezinho Corrêa no último sábado (6), em decorrência do agravamento do Covid-19, deixou cicatrizes em todos nós, mesmo que de diferentes graus e formas.

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Sua morte abalou todo o Amazonas, do meio artístico, passando pelo jornalístico até todos os segmentos da sociedade. Zezinho era querido e marcou gerações na Banda Carrapicho com o hit Tic Tic Tac, que ganhou projeção mundial na voz do cantor.

Nas redes sociais houve milhares de homenagens ao artista, que já estava há 1 mês internado lutando pela vida.

Zezinho vai ao encontro de outros ícones da música amazonense como o Pop da Selva, Arlindo Júnior, e o Furacão Klinger Araújo.

Luto

O Direto ao Ponto faz uma homenagem ao artista e a todas as vítimas que deixaram de rufar o tambor da vida por conta do Covid-19. Aos familiares e amigos de todos que perderam um ente querido o nosso mais sincero respeito e votos de dias melhores.

Esperança

A vacina que auxiliará a humanidade na produção de anticorpos e controle da pandemia segue avançando por todo o mundo.

No Amazonas, o Plano de Imunização, após algumas dificuldades, avança de maneira mais rápida e organizada.

Mais de 100 mil pessoas já foram imunizadas, 52 mil apenas na Capital.

Hoje Manaus está na vice-liderança do ranking nacional de vacinação, com 2,64% da população tendo tomado a primeira dose de imunizante contra o Covid-19, ficando atrás apenas do Distrito Federal, que tem 3,20% da população já vacinada.

Números do Covid-19

Ao longo de onze meses, 9.003 famílias se despediram de parentes e amigos que morreram por complicações do Covid-19 no Amazonas (6.263 óbitos em Manaus e 2.740 nos 61 municípios do interior).

Até domingo (8), o Amazonas chegou a marca de 282.739 casos da doença no estado.

A primeira morte no Estado pela doença aconteceu na madrugada do dia 26 de março de 2020.

Segunda onda

Em janeiro, o Amazonas voltou a sofrer com a segunda onda por conta de um novo surto de Covid-19. O mês registrou o maior número de mortes pela doença desde o começo da pandemia.

Da última vez que o estado registrou tantas mortes por Covid foi entre abril e maio do ano passado, na primeira onda da doença.

Na época, o sistema funerário também entrou em colapso e caixões tiveram que ser enterrados empilhados e em valas comuns.

Rede de assistência

Entre os casos confirmados de Covid-19 no Amazonas, há 1.891 pacientes internados, sendo 1.216 em leitos (328 na rede privada e 888 na rede pública), 630 em UTIs (283 na rede privada e 347 na rede pública) e 45 em salas vermelhas, estrutura voltada à assistência temporária para estabilização de pacientes críticos/graves para posterior encaminhamento a outros pontos da rede de atenção à saúde.

Situação ainda grave

A situação no Amazonas ainda continua grave. Mas após as medidas de restrição adotadas pelo governo do Amazonas, aos poucos, os números de casos começam a diminuir, assim como a fila de espera por leitos após a ampliação do sistema de saúde.

Redução da fila de espera

A abertura nas últimas duas semanas de 160 novos leitos exclusivos para Covid-19, na rede pública de saúde do Amazonas, já reflete na redução da fila de pacientes que aguardam remoção.

A redução da fila que há onze dias atrás, chegou a ter 659 pacientes, foi de 24,6%, caindo para 497 neste domingo (07).

A previsão é de abertura de mais de 100 leitos nos próximos dias no Hospital Nilton Lins, no Platão Araújo, no Delphina Aziz, entre outras unidades.

Mas ainda não devemos baixar a guarda, infelizmente estamos falando de redução na fila de espera para se conseguir um leito. Por isso é importante manter os cuidados e seguir os protocolos de distanciamento e prevenção.

 

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