Opinião | Bolsonaro e Wilson completam mil dias de mandato

Opinião | Bolsonaro e Wilson completam mil dias de mandato

Opinião | Bolsonaro e Wilson completam mil dias de mandato

Pandemia do coronavírus atrapalhou gestões

Mesmo em meio à adversidade, economia se manteve firme

Expectativa é que reta final dos mandatos seja mais tranquila e de trabalho pela reeleição

Dias de lutas, dias de glória

Jair Bolsonaro (sem partido) e Wilson Lima (PSC) foram eleitos em 2018 na “onda do novo” que tomou conta do País.

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Assumiram seus respectivos mandatos sob grande expectativa, afinal, eram à época dois candidatos que não tinham experiência no executivo e assumiram o comando com o país e o estado cheio de problemas por conta de gestões anteriores.

Nesta semana, tanto o presidente do Brasil quanto o governador do Amazonas, completaram mil dias de gestão, e de 1º de janeiro de 2019 até agora, viveram, como diz a música da banda Charlie Brown Jr, “dias de luta e dias de glória”, com bons feitos a se comemorar e uma pandemia que pegou o mundo de surpresa, ceifando milhares de vidas e comprometendo parte da economia e de investimentos.

Pandemia

Obviamente que qualquer análise sobre o mandato de ambos, obrigatoriamente, passa pelo tema pandemia.

O Covid-19 foi e ainda continua sendo uma novidade para classe científica.

O medo e falta de um protocolo específico para tratar a doença, fez com que os governantes tivessem que agir e tomassem decisões impopulares, como o fechamento do comércio e o distanciamento social para evitar o contágio.

Infelizmente e inevitavelmente, muita gente foi infectada e vidas se perderam. Isso, claro, se tornou um prato cheio para a narrativa da oposição, que montou palanque em cima de caixões e do “quanto pior melhor”.

Bolsonaro e Wilson continuam sendo vítimas disso, mesmo tendo, dentro de suas limitações, buscado soluções para amenizar o sofrimento das pessoas.

Foco na economia

Para amenizar as perdas com a paralisação do comércio, o Governo Federal investiu mais de R$ 230 bilhões de auxílio emergencial no ano passado e R$ 44 bilhões neste ano, recurso que garantiu o sustento de 67 milhões de brasileiros afetados pela pandemia.

Além disso, aplicou mais de R$ 25 bilhões somente neste ano, especificamente para saúde.

Foco na economia II

No Amazonas, o Governo beneficiou mais de 275 mil pessoas com o auxílio estadual para famílias em situação de extrema pobreza, afetadas pela cheia, e trabalhadores da cultura, esporte e turismo.
Recentemente, Wilson Lima anunciou um auxílio permanente de R$ 150 reais a 300 mil famílias que começa a ser pago amanhã (1).

Além disso, aprovou a nova Lei do Gás, que vai fomentar a economia em 20 cidades do interior, retornou as obras do Prosamim e anunciou concurso público para Polícia Militar e Detran.

Herança maldita

Vale lembrar que Bolsonaro e Wilson pegaram uma economia em frangalhos.

O presidente recebeu a herança maldita dos anos de governo do PT e o governador recebeu a máquina pública com dívida superior a R$ 2,3 bilhões de gestões passadas.

Obras e vacinas

Tanto Bolsonaro quanto Wilson têm marcado suas gestões com obras. O Governo Federal vem concluindo estradas, pontes na região Norte e Nordeste, leilões de terminais portuários e concessões de aeroportos.

Já Wilson Lima retomou as obras da AM-070 e AM-010 e tem investido na recuperação das vicinais dos municípios do interior, além de estar preparando um pacote de obras bilionário para o estado, que será o maior da história do Amazonas.

Isso tudo sem deixar a vacinação de lado. O Governo Federal já entregou aos estados da federação mais de 287 milhões de doses, e no Amazonas quase quatro milhões de doses já foram aplicadas.

Bonança

Com a vacinação avançando e os novos casos de Covid cada dia mais em baixa, a expectativa é que após toda a tempestade da pandemia, venha a bonança.

A recuperação econômica será primordial para a continuidade da gestão nacional e local, e a maneira como as políticas públicas serão tocadas no último ano de mandato será primordial para um êxito nas urnas.

 

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